PERDOAR NÃO É SER BOBO, É ESCOLHER SER FELIZ
O Significado e a Importância do Perdão
Perdoar
é um ato profundo de liberação e compaixão. Significa não buscar vingança
contra aqueles que nos fizeram mal e não desejar punição divina para essas
pessoas. É deixar de lado os ressentimentos, permitindo que o amor e a paz
ocupem o espaço que antes era tomado pelo ódio e pela mágoa. Jesus nos alerta
sobre o perdão em Mateus 6:14-15:
“Se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de
vocês, que está no céu, também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem essas
pessoas, o Pai de vocês também não perdoará as ofensas de vocês.”
Muitas
vezes pedimos a Deus punição para aqueles que nos prejudicaram. Mas não devemos
agir assim, porque isso é vingança. Devemos lembrar que, quando pedimos punição
para os outros, estamos pedindo para nós também, pois todos erramos. E Jesus
nos alertou contra essa atitude má:
“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho, dente por dente.’
Mas Eu lhes digo: não se vinguem dos que fazem mal a vocês.” (MATEUS 5 v. 38)
A
Bíblia nos ensina que Deus, sendo misericordioso, perdoa aqueles que se
arrependem. Se Ele, o Todo-Poderoso, perdoa, quem somos nós para não fazer o
mesmo? Como podemos dizer que amamos ao Pai, se pedimos punição para os nossos
irmãos?
Todos
os dias cometemos erros, pois até em pensamento pecamos. Mas Deus é sempre
misericordioso com todos que admitem seus erros e suas fraquezas. Então, se
Ele, que é o Todo-Poderoso, perdoa qualquer pessoa que se arrepende, quem somos
nós para não perdoar ou condenar alguém?
Você
pode pensar: “Mas fulano não se arrependeu e continua fazendo as mesmas
coisas. Fulano é muito ruim”. Imagine se Deus também pensasse assim: todos
já estaríamos condenados ao inferno! Pois somos cheios de pecados, mas vivemos
apontando o erro dos outros. Por isso devemos ter misericórdia dos nossos
irmãos. A Bíblia nos alerta sobre isso:
“Quando Deus julgar, não terá misericórdia das pessoas que não
tiveram misericórdia dos outros. Mas as pessoas que tiveram misericórdia dos
outros não serão condenadas no Dia do Juízo Final.” (TIAGO 2 v. 13)
Perdoar
não é fácil, pois a natureza humana é muitas vezes inclinada à raiva e ao
desejo de vingança. Quando alguém nos prejudica, ficamos com raiva e querendo
vingança. Nesse momento, abrimos a porta para o mal entrar em nossos corações
e, quando o mal entra em nosso coração, ele assume o comando da nossa vida e
nos leva à destruição. Mas, quando perdoamos, esses sentimentos malignos são
removidos, proporcionando paz interior. Como nos alertam as Escrituras:
“Lembrem disto, meus queridos irmãos: cada um esteja pronto para
ouvir, mas demore para falar e ficar com raiva. Porque a raiva humana não
produz o que Deus aprova. [...] Se vocês ficarem com raiva, não deixem
que isso faça com que pequem e não fiquem o dia inteiro com raiva. Não deem ao
Diabo oportunidade para tentar vocês. [...] Não deixem que o mal vença
vocês, mas vençam o mal com o bem.” (TIAGO 1 v. 19-20 / EFÉSIOS 4 v. 26-27 / ROMANOS 12 v. 21)
Por
mais que uma pessoa tenha errado com você, perdoe! As pessoas costumam dizer: “Fulano
é bobo, perdoa todo mundo e os outros só vivem se aproveitando dele”. Quem
age assim é feliz, e não bobo. Bobo é quem não perdoa, pois só vive com ódio e
sede de vingança em seu coração, deixando de viver bem. É infeliz e ainda é
escravo do mal.
Quando
você não perdoa, o prejudicado é você, pois quem te magoou continua vivendo
normalmente, mas você vive perturbado com os sentimentos maus dentro de seu
coração. Enquanto você não perdoar a pessoa, o mal se alimenta desse ódio e
vive te atormentando. Por isso, perdoe quem te fez mal e, principalmente, não
guarde rancor ou mágoa em seu coração, para que não se transforme em ódio. Como
nos ensina as Escrituras:
“Portanto, vistam-se de misericórdia, de bondade, de humildade,
de delicadeza e de paciência. Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem
uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como
o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros. E, acima de tudo, tenham amor,
pois o amor une perfeitamente todas as coisas. [...] Que a mensagem de Cristo,
com toda a sua riqueza, viva no coração de vocês!” (COLOSSENSES 3 v. 12-14, 16)
Não
pense que quem faz o mal ficará sem punição, pois tudo o que se faz aqui na
terra é cobrado por Deus. Como nos ensinam as Escrituras:
“Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa
plantar, é isso mesmo que colherá. Se plantar no terreno da sua natureza
humana, desse terreno colherá a morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito
de Deus, desse terreno colherá a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem.
Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita.
Portanto, sempre que pudermos, devemos fazer o bem a todos.” (GÁLATAS 6:7-10)
Ore
e peça a Deus para que você tenha misericórdia e não guarde nenhum sentimento
mau no seu coração.
Jesus
é o exemplo supremo de perdão. Ele foi maltratado, perseguido e crucificado,
mas não revidou com ódio ou vingança. Em vez disso, Ele pediu a Deus que
perdoasse aqueles que O feriram. Se Ele, que era perfeito, pôde perdoar, nós
também devemos esforçar-nos para fazê-lo.
Devemos
olhar para os nossos irmãos com misericórdia, lembrando que todos nós somos
falhos e desobedientes. O rei Davi, apesar de seus pecados, reconheceu suas
falhas e a justiça de Deus. Assim, devemos aprender com nossos erros e buscar o
perdão divino, oferecendo o mesmo aos outros.
O
perdão deve ser uma prática constante, como ensinado por Jesus em Mateus
18:21-35. Ele nos ensina a perdoar não apenas uma, mas setenta vezes sete,
reforçando que o verdadeiro perdão é um ato contínuo e não limitado.
“Então Pedro chegou perto de Jesus e perguntou:
— Senhor, quantas vezes tenho que perdoar o meu irmão que peca
contra mim? Sete vezes?
— Não. Você não deve perdoar sete vezes — respondeu Jesus —, mas setenta vezes
sete. Porque o Reino do Céu é como um rei que resolve acertar as contas com os
seus empregados. Logo no começo, trouxeram-lhe um que lhe devia milhões de
moedas de prata. Mas o empregado não tinha dinheiro para pagar. Então, para
pagar a dívida, o patrão mandou vender como escravos o empregado, a sua esposa
e os seus filhos, e vender também tudo o que ele possuía. Mas o empregado se
ajoelhou diante do patrão e pediu: ‘Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo
ao senhor!’ O patrão teve pena dele, perdoou a sua dívida e o deixou ir embora.
O empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de
trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo
pescoço e começou a sacudi-lo, dizendo: ‘Pague o que me deve!’ Então o seu
companheiro se ajoelhou e pediu: ‘Tenha paciência comigo! Eu lhe pagarei tudo!’
Mas ele não concordou. Pelo contrário, jogou o outro na prisão até que pagasse
a dívida.
Quando os outros empregados viram o que havia acontecido,
ficaram revoltados e foram contar tudo ao patrão. Aí o patrão chamou aquele
empregado e disse: ‘Seu miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o
que você me devia. E você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive
pena de você!’ O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a
cadeia, a fim de ser castigado até pagar toda a dívida.
E Jesus terminou, dizendo:
— É assim que o Meu Pai, que está no céu, fará com vocês se cada
um não perdoar sinceramente o seu irmão.”
Entender
e aceitar o perdão é um desafio, mas é essencial para uma vida plena e em paz
com Deus e com o próximo. A correção pertence a Deus, e nossa responsabilidade
é amar e perdoar. Como Romanos 12:19-21 nos instrui, devemos vencer o
mal com o bem, confiando na justiça divina.
Devemos
lembrar que tudo de mal que acontece conosco são as colheitas das nossas más
plantações. Deus não comete injustiça com ninguém. Aquilo que fazemos de errado
com os outros, os outros farão conosco também. Peça ao Espírito Santo para que
te mostre os teus erros e como você age com as pessoas.
Às
vezes, você é maltratado no trabalho pelo seu chefe, na escola pelos seus
colegas, ou na rua por alguém, porque você maltrata seus pais, seus irmãos, seu
esposo ou sua esposa, o seu próximo. E isso é a correção de Deus para abrir
seus olhos e ver onde está errando. Às vezes, você passa por situações
perigosas, corre risco de vida ou é maltratado por alguém, porque você já fez
pessoas chorarem, já falou coisas que ofenderam os outros, ou para afrontar a
Deus. Preste atenção no que ensinam as Escrituras:
“A aflição não brota da terra; a desgraça não nasce do chão:
somos nós mesmos que causamos o sofrimento, tão certo como as faíscas das
brasas voam para cima.”
(JÓ 5 v. 6-7)
“Quando
alguém fizer algo que te prejudique, em vez de ficar com raiva, libere o
perdão e peça ao Pai que te mostre o porquê daquela situação.”
Que Deus o abençoe!
Perdoar é um ato profundo de liberação e compaixão. Significa não buscar vingança contra aqueles que nos fizeram mal e não desejar punição divina para essas pessoas. É deixar de lado os ressentimentos, permitindo que o amor e a paz ocupem o espaço que antes era tomado pelo ódio e pela mágoa. Jesus nos alerta sobre o perdão em Mateus 6:14-15:
“Se vocês
perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no céu,
também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem essas pessoas, o Pai de vocês
também não perdoará as ofensas de vocês.”
Muitas vezes
pedimos a Deus punição para aqueles que nos prejudicaram. Mas não devemos agir
assim, porque isso é vingança. Devemos lembrar que, quando pedimos punição para
os outros, estamos pedindo para nós também, pois todos erramos. E Jesus nos
alertou contra essa atitude má:
“Vocês
ouviram o que foi dito: ‘Olho por olho, dente por dente.’ Mas Eu lhes digo: não
se vinguem dos que fazem mal a vocês.” (MATEUS 5 v. 38)
A Bíblia nos
ensina que Deus, sendo misericordioso, perdoa aqueles que se arrependem. Se
Ele, o Todo-Poderoso, perdoa, quem somos nós para não fazer o mesmo? Como
podemos dizer que amamos ao Pai, se pedimos punição para os nossos irmãos?
Todos os
dias cometemos erros, pois até em pensamento pecamos. Mas Deus é sempre
misericordioso com todos que admitem seus erros e suas fraquezas. Então, se
Ele, que é o Todo-Poderoso, perdoa qualquer pessoa que se arrepende, quem somos
nós para não perdoar ou condenar alguém?
Você pode
pensar: “Mas fulano não se arrependeu e continua fazendo as mesmas coisas.
Fulano é muito ruim”. Imagine se Deus também pensasse assim: todos já
estaríamos condenados ao inferno! Pois somos cheios de pecados, mas vivemos
apontando o erro dos outros. Por isso devemos ter misericórdia dos nossos
irmãos. A Bíblia nos alerta sobre isso:
“Quando
Deus julgar, não terá misericórdia das pessoas que não tiveram misericórdia dos
outros. Mas as pessoas que tiveram misericórdia dos outros não serão condenadas
no Dia do Juízo Final.” (TIAGO 2
v. 13)
Perdoar não
é fácil, pois a natureza humana é muitas vezes inclinada à raiva e ao desejo de
vingança. Quando alguém nos prejudica, ficamos com raiva e querendo vingança.
Nesse momento, abrimos a porta para o mal entrar em nossos corações e, quando o
mal entra em nosso coração, ele assume o comando da nossa vida e nos leva à
destruição. Mas, quando perdoamos, esses sentimentos malignos são removidos,
proporcionando paz interior. Como nos alertam as Escrituras:
“Lembrem
disto, meus queridos irmãos: cada um esteja pronto para ouvir, mas demore para
falar e ficar com raiva. Porque a raiva humana não produz o que Deus aprova. [...]
Se vocês ficarem com raiva, não deixem que isso faça com que pequem e não
fiquem o dia inteiro com raiva. Não deem ao Diabo oportunidade para tentar
vocês. [...] Não deixem que o mal vença vocês, mas vençam o mal com o
bem.” (TIAGO 1 v. 19-20 / EFÉSIOS
4 v. 26-27 / ROMANOS 12 v. 21)
Por mais que
uma pessoa tenha errado com você, perdoe! As pessoas costumam dizer: “Fulano
é bobo, perdoa todo mundo e os outros só vivem se aproveitando dele”. Quem
age assim é feliz, e não bobo. Bobo é quem não perdoa, pois só vive com ódio e
sede de vingança em seu coração, deixando de viver bem. É infeliz e ainda é
escravo do mal.
Quando você
não perdoa, o prejudicado é você, pois quem te magoou continua vivendo
normalmente, mas você vive perturbado com os sentimentos maus dentro de seu
coração. Enquanto você não perdoar a pessoa, o mal se alimenta desse ódio e
vive te atormentando. Por isso, perdoe quem te fez mal e, principalmente, não
guarde rancor ou mágoa em seu coração, para que não se transforme em ódio. Como
nos ensina as Escrituras:
“Portanto,
vistam-se de misericórdia, de bondade, de humildade, de delicadeza e de
paciência. Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros,
caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor
perdoou vocês, perdoem uns aos outros. E, acima de tudo, tenham amor, pois o
amor une perfeitamente todas as coisas. [...] Que a mensagem de Cristo, com
toda a sua riqueza, viva no coração de vocês!” (COLOSSENSES 3 v. 12-14, 16)
Não pense
que quem faz o mal ficará sem punição, pois tudo o que se faz aqui na terra é
cobrado por Deus. Como nos ensinam as Escrituras:
“Não se
enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que
colherá. Se plantar no terreno da sua natureza humana, desse terreno colherá a
morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito de Deus, desse terreno colherá
a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos,
chegará o tempo certo em que faremos a colheita. Portanto, sempre que pudermos,
devemos fazer o bem a todos.” (GÁLATAS
6:7-10)
Ore e peça a
Deus para que você tenha misericórdia e não guarde nenhum sentimento mau no seu
coração.
Jesus é o
exemplo supremo de perdão. Ele foi maltratado, perseguido e crucificado, mas
não revidou com ódio ou vingança. Em vez disso, Ele pediu a Deus que perdoasse
aqueles que O feriram. Se Ele, que era perfeito, pôde perdoar, nós também
devemos esforçar-nos para fazê-lo.
Devemos
olhar para os nossos irmãos com misericórdia, lembrando que todos nós somos
falhos e desobedientes. O rei Davi, apesar de seus pecados, reconheceu suas
falhas e a justiça de Deus. Assim, devemos aprender com nossos erros e buscar o
perdão divino, oferecendo o mesmo aos outros.
O perdão
deve ser uma prática constante, como ensinado por Jesus em Mateus 18:21-35.
Ele nos ensina a perdoar não apenas uma, mas setenta vezes sete, reforçando que
o verdadeiro perdão é um ato contínuo e não limitado.
“Então
Pedro chegou perto de Jesus e perguntou:
— Senhor,
quantas vezes tenho que perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes?
— Não. Você não deve perdoar sete vezes — respondeu Jesus —, mas setenta vezes
sete. Porque o Reino do Céu é como um rei que resolve acertar as contas com os
seus empregados. Logo no começo, trouxeram-lhe um que lhe devia milhões de
moedas de prata. Mas o empregado não tinha dinheiro para pagar. Então, para
pagar a dívida, o patrão mandou vender como escravos o empregado, a sua esposa
e os seus filhos, e vender também tudo o que ele possuía. Mas o empregado se
ajoelhou diante do patrão e pediu: ‘Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo
ao senhor!’ O patrão teve pena dele, perdoou a sua dívida e o deixou ir embora.
O
empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de trabalho que lhe devia
cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo pescoço e começou a
sacudi-lo, dizendo: ‘Pague o que me deve!’ Então o seu companheiro se ajoelhou
e pediu: ‘Tenha paciência comigo! Eu lhe pagarei tudo!’ Mas ele não concordou.
Pelo contrário, jogou o outro na prisão até que pagasse a dívida.
Quando os
outros empregados viram o que havia acontecido, ficaram revoltados e foram
contar tudo ao patrão. Aí o patrão chamou aquele empregado e disse: ‘Seu
miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. E
você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você!’ O patrão
ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia, a fim de ser
castigado até pagar toda a dívida.
E Jesus
terminou, dizendo:
— É assim
que o Meu Pai, que está no céu, fará com vocês se cada um não perdoar
sinceramente o seu irmão.”
Entender e
aceitar o perdão é um desafio, mas é essencial para uma vida plena e em paz com
Deus e com o próximo. A correção pertence a Deus, e nossa responsabilidade é
amar e perdoar. Como Romanos 12:19-21 nos instrui, devemos vencer o mal
com o bem, confiando na justiça divina.
Devemos
lembrar que tudo de mal que acontece conosco são as colheitas das nossas más
plantações. Deus não comete injustiça com ninguém. Aquilo que fazemos de errado
com os outros, os outros farão conosco também. Peça ao Espírito Santo para que
te mostre os teus erros e como você age com as pessoas.
Às vezes,
você é maltratado no trabalho pelo seu chefe, na escola pelos seus colegas, ou
na rua por alguém, porque você maltrata seus pais, seus irmãos, seu esposo ou
sua esposa, o seu próximo. E isso é a correção de Deus para abrir seus olhos e
ver onde está errando. Às vezes, você passa por situações perigosas, corre
risco de vida ou é maltratado por alguém, porque você já fez pessoas chorarem,
já falou coisas que ofenderam os outros, ou para afrontar a Deus. Preste
atenção no que ensinam as Escrituras:
“A
aflição não brota da terra; a desgraça não nasce do chão: somos nós mesmos que
causamos o sofrimento, tão certo como as faíscas das brasas voam para cima.” (JÓ 5 v. 6-7)
“Quando
alguém fizer algo que te prejudique, em vez de ficar com raiva, libere o
perdão e peça ao Pai que te mostre o porquê daquela situação.”
Que Deus nos abençoe!